Mais DOIS esboços alternativos da capa do Texone nº 37 – “Old South”, da autoria de Giampiero Casertano

Há cerca de 48 horas divulgamos aqui no Tex Willer Blog, um esboço alternativo da capa do Texone (Tex Gigante) nº 37 – “Old South”, da autoria de Giampiero Casertano e eis-nos aqui novamente para divulgarmos outros DOIS esboços realizados pelo desenhador italiano, que deste modo realizou então três esboços diferentes, antes da realização da versão final, a que foi aprovada pelo editor Mauro Boselli. 

De modo a que possam ser admiradas, comentadas e  também para eventuais comparações+, mostramos de seguida estes dois “novos” esboço alternativos, assim como publicamos novamente o esboço inicial, ou seja as três versões realizadas por Giampiero Casertano, assim como a respectiva capa publicada em 2021 pela Sergio Bonelli Editore, do Albo Speciale (Texone) #37 Old South:

Esboço alternativo da capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘, da autoria de Giampiero Casertano

Esboço alternativo da capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘, da autoria de Giampiero Casertano

Esboço alternativo da capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘ da autoria de Giampiero Casertano

Capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘, da autoria de Giampiero Casertano

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Acção, perseguições, tiros e muito humor! ALTAI & JONSON NO BRASIL

Após a bem-sucedida campanha de pré-venda de DOIS GENERAIS, álbum do canadiano Scott Chantler que conta a história da participação do exército canadiano na Segunda Guerra Mundial sob o ponto de vista de seu avô, o oficial veterano Law Chantler, a editora Tortuga prepara-se para fazer o lançamento oficial da campanha de pré-venda de seu segundo título: ALTAI & JONSON.

Fruto do talento de Tiziano Sclavi (Dylan Dog) e de Giorgio Cavazzano (Disney Itália), a série é uma grande homenagem aos filmes e séries policiais dos anos 70 e 80. Nas 308 páginas do álbum, conhecemos Altai e Jonson, uma dupla de detectives particulares que actua na cidade de São Francisco na metade final da década de 1970 e início dos anos 80.

A edição compila todas as histórias produzidas pela dupla para os personagens e traz a sua visão particular – e humor – sobre as séries e filmes policiais dos anos 70 e 80 que saiam de Hollywood e dominavam o mundo.

Da mesma forma que aconteceu com DOIS GENERAIS,  ALTAI & JONSON passará por uma campanha de pré-venda pelo Catarse com preços especiais e exclusivos. Não se trata de uma campanha de financiamento colectivo. Independente do total arrecadado a partir do próximo dia 24 de Janeiro, ALTAI & JONSON será publicado. A grande vantagem é que as pessoas que comprarem durante a pré-venda, levarão o álbum para casa com um preço para lá de especial (mais o frete) e que não será praticado nas lojas quando o livro for distribuído.

Acesse https://www.catarse.me/altaiejonson e active o lembrete do início da campanha e aproveite esta oportunidade para levar para casa o trabalho de dois génios italianos mesclando acção, perseguições, tiros e muita, muita falta de dinheiro.

Ficha técnica
Altai & Jonson
Formato: 20,5 x 27,5cm
Estrutura: 304 páginas P&B + capas (308 páginas no total)
Preço no catarse para a edição impressa: a partir de R$ 45,00 + frete

O esboço alternativo da capa do Texone nº 37 – “Old South”, da autoria de Giampiero Casertano

Por José Carlos Francisco

Giampiero Casertano

Pelos mais variados motivos, alguns desenhos e estudos para capas de Tex foram sendo modificados ou mesmo reprovados, conforme foram sendo “evoluídos”, até se chegar à capa eleita que vai para a gráfica, seja sobretudo no trabalho de Claudio Villa em cada capa da série regular de Tex, mas também no caso dos desenhadores de outras séries de Tex cujas capas são da autoria do desenhador da história, passando assim por sucessivas fases de realização conforme já por várias vezes mostramos aqui mesmo no blogue do Tex e hoje damos a conhecer mais um exemplo desses esboços que tornaram-se assim obras inéditas e por isso mesmo desconhecidas pela maior parte dos leitores e fãs de Tex.

De modo a que possa ser admirada, comentada e  também para eventual comparação, mostramos de seguida um esboço alternativo, realizado por Giampiero Casertano, da capa do Albo Speciale (Texone) #37 Old South, assim como a respectiva capa publicada em 2021 pela Sergio Bonelli Editore:

Esboço alternativo da capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘, da autoria de Giampiero Casertano

Capa do Albo Speciale (Texone) #37 ‘Old South‘, da autoria de Giampiero Casertano

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Entrevista de A a Z com Enrico Marini, autor de Banda Desenhada

Por Afrânio Braga, criador do blogue Blueberry, Uma Lenda do Oeste: https://blueberrybr.blogspot.com

Enrico Marini

A

América

Thank You for the jazz.
Obrigado pelo jazz!

Argumentista

Nós contamos histórias criando personagens e mundos. Em suma, agrada-nos brincar de Deus. 🙂

B 

Banda desenhada

A minha avó me comprava “Tex Willer” e “Zagor” quando eu era criança, e ela também os lia.

“Je ne viens pas pour jouer”.
“Eu não venho para brincar”.

Batman

Uma das minhas personagens preferidas de infância.

C

Charlier, Jean-Michel

Um grande argumentista muito eficaz, mas de outra época; vinhetas a mais e balões a mais para o meu gosto.

Cinema

Agrada-me o cinema em geral. Influenciou-me mais que a banda desenhada.

Homem-Aranha.

Colecção

“Tin Tin”, “Comanche”, “Asterix”, “Batman”, “Homem-Aranha”.

Cor

É muito importante para eu fazer as próprias cores. Fazem parte do meu estilo. Desde sempre. Eu utilizo tintas acrílicas fluídas sobre as minhas artes-finais de tinta da China.

D

Desberg, Stephen

O meu ex… escritor. 🙂 O western “La Stella del Deserto” era para ambos uma importante reviravolta na nossa carreira. Depois nós continuamos a aventura em “Scorpione”, que eu co-roteirizei com ele. 12 volumes. Depois divórcio amigável. 🙂

Desenhador

Sempre me agradou desenhar, mas eu tenho necessidade de contar uma história.

Desporto

Basquetebol. Eu joguei uma vintena de anos.

Documentação

É importante conhecer bem o roteiro. A documentação é indispensável.

E

École des Beaux-Arts di Basilea

Eu aprendi pouco. Nós desenhávamos pouco ou nada. Eu sou um autodidata.

F

França

Liberté, égalité e bande dessinée.
Liberdade, igualdade e banda desenhada.

G 

A capa de “Gipsy – Intégrale” – Tome 2.

Gipsy

Uma das minhas personagens preferidas. Um cigano bárbaro com o coração terno e o humorismo à la Tom e Jerry. 

Giraud, Jean

Um grande desenhador, mas desenhava vinhetas e balões a mais. 😉

I

Itália

Eu sou italiano. Eu tenho visto demasiados filmes de Tinto Brass. Eu não tenho desculpas.

J

Jijé (Joseph Gillain)

Ele desenhava os cavalos como um deus. Jean Giraud estudou-o muito bem.

L

Labiano, Hughes

Bravíssimo e generoso desenhador. Um amigo.

L’Étoile du Désert

L’Étoile du Désert

Desberg contactou-me para me propor uma história sobre um cantor castrado. Eu disse-lhe: nós façamos ao invés um western com as bolas.

As capas de “Le Scorpion – Intégrale” – Tomes 1 e 2.

Le Scorpion

Eu criei o Scorpione pensando em Zorro, D’Artagnan e Scaramouche. Também o actor Errol Flynn era uma inspiração. Eu propus de escrevê-lo com Desberg porque eu não me sentia ainda capaz de assumir o roteiro sozinho, mesmo tendo as ideias muito claras.

As capas de “Les Aigles de Rome” – Tomes 1 a 5.

Les Aigles de Rome

A minha primeira série que eu escrevi sozinho. Uma saga dedicada ao desastre súbito das legiões na selva germânica. Uma história épica entre dois amigos de infância, um romano e um bárbaro germano, que, quando adultos, se tornam inimigos jurados.

Literatura

Elmore Leonard, Robert Louis Stevenson, Anne Rice, Cormac McCarthy, Larry McMurtry, etc.

M

Meynet, Félix

Um amigo. Um apaixonado pela banda desenhada. Um bravíssimo desenhador com muito charme.

Moebius

Eu prefiro Jean Giraud.

Música

Jazz.

N

As pranchas 2 e 3 de “Noir burlesque” tome 1.

Noir burlesque

Uma homenagem ao género de filme noir com bad boys e mulheres fatais. Um pouco anti-woke. Eu divirto-me muitíssimo.

O

Olivier Varèse

A minha banda desenhada. Iniciada há 17 anos. Eu era muito influenciado por Katsuhiro Otomo, Milton Caniff e Hermann.

P

Personagem

Herodes, o Grande.

Profissão

Bailarino no Moulin Rouge. 🙂

R

Rapaces

Rapaces

Criaturas fascinantes, românticas e sanguinárias. Vampiros. Com Dufaux, outro ex-escritor 🙂 nós fizemos 4 álbuns de “Rapaci” juntos. Basta e avança. 🙂

S 

Smolderen, Thierry

Ainda um ex… escritor. Nós nos divertimos muito com “Gipsy”. Uma óptima pessoa.

Storyboard

A fase mais excitante junto à escrita. 

Suíça

Um belo país. Eu vivo nele.

T 

Tenente Blueberry

Um anti-herói excelente.

Tex Willer

Tex Willer

Um dos meus heróis de infância.

W 

Western

Um género do qual me têm agradado, sobretudo, os filmes de Sergio Leone e de John Ford.

Z

Zorro

O meu primeiro super-herói. Desde criança me agrada a série televisiva da Disney com Guy Williams. O verdadeiro nome do actor era Armando Catalano. Eu dei esse nome ao meu Scorpione em homenagem a Guy Williams.

Enrico Marini e Gipsy.

Agradecimento a Enrico Marini, autor, argumentista, desenhador e colorista de banda desenhada.

Afrânio Braga 

Gipsy © Thierry Smolderen / Enrico Marini – Dargaud Éditeur
Rapaces © Jean Dufaux / Enrico Marini – Dargaud Éditeur
L’Étoile du Désert 1 et 2 © Stephen Desberg / Enrico Marini – Dargaud Éditeur
L’Étoile du Désert 3 et 4 © Enrico Marini / Stephen Desberg / Hughes Labiano – Dargaud Éditeur
Le Scorpion © Stephen Desberg / Enrico Marini – Dargaud Éditeur
Les Aigles de Rome © Enrico Marini – Dargaud Éditeur
Batman © Enrico Marini – DC / Dargaud Éditeur
Noir burlesque © Enrico Marini – Dargaud Éditeur
Spider-Man © Marvel Comics

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Altai & Jonson, de Tiziano Sclavi e Giorgio Cavazzano será publicado no Brasil pela Editora MeMy (Memy Media)

Fique de olho no Catarse…
… Dia 24 de Janeiro começa a pré-venda de Altai & Jonson, de Tiziano Sclavi (Dylan Dog) e Giorgio Cavazzano (Disney), o segundo quadrinho da Tortuga_MEMY (Tortuga é um selo editorial da MeMy que vai nas capas):

Altai & Jonson

Humor
(Itália) Corrieri dei Ragazzi, 1975-1985
Giorgio Cavazzano (desenho) e Tiziano Sclavi (texto)
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Aventuras humorísticas de uma dupla de policiais num ambiente noir e do cinema italiano “poliziottesco” do anos setenta. A série – considerada uma das mais bem sucedidas do género italiano humorístico – é uma das principais obras de Tiziano Sclavi nos anos que precederam o nascimento de Dylan Dog, e a mais importante caricatura não-Disney de Cavazzano.

O editor da versão brasileira é o Flávio Soares, profissional de alto gabarito que trabalhou durante muitos anos na Mythos Editora como diagramador e letrista. Flávio  também é o autor da tira A Vida Com Logan, criada para homenagear o seu filho:
https://pt-br.facebook.com/avidacomlogan/

Um outro sinal da grande qualidade que esta obra terá, é que o responsável pela tradução é o nosso bem conhecido Júlio Schneider, que como “prémio” acabou de ser brindado com um desenho original, devidamente autografado e dedicado pelo consagrado Giorgio Cavazzano, desenho esse onde constam, obviamente, Altai & Jonson:

AUTORES

TIZIANO SCLAVI

Nascido em 1953, na zona de Pavia, Sclavi desde cedo se mostrou um leitor ávido e um escritor precoce. Tendo ganho um prémio literário aos dezanove anos, o reconhecimento oficial do seu talento não lhe serviu de muito em termos de carreira pois, como refere “o público recebeu os seus livros com uma indiferença entusiástica”, o que o obrigou a trabalhar como jornalista, revisor e argumentista de BD para poder sobreviver (como autor de banda desenhada, cria Altai & Jonson e Silas Finn – desenhada por Giorgio Cavazzano -, Agente Allen – desenhada por Mario Rossi – e Vita da cani – desenhado por Gino Gavioli), enquanto os seus romances aguardavam por um editor disposto a publicá-los, o que, em alguns casos, como Dellamorte, Dellamore, que funcionou como um ensaio para a série Dylan Dog, só aconteceria depois da BD o tornar famoso.
É precisamente enquanto argumentista de fumetti que Sclavi vai iniciar uma colaboração com a editora Bonelli. Assim, além de criar Gli Aristocratici, com Alfredo Castelli (o criador de Martin Mystère) Sclavi vai assinar argumentos para outras séries da editora, como Zagor, ou Mister No, antes de criar finalmente Dylan Dog, abrindo assim as portas do sucesso com o carismático detective do paranormal, cujas virtudes são gabadas até por Umberto Eco.

GIORGIO CAVAZZANO

Giorgio Cavazzano nasceu em 1947 e iniciou-se no mundo da ilustração ainda adolescente. Entrou no mundo Disney como assistente de outro dos nomes maiores da BD Disney daquele país, Romano Scarpa. Em 1967, uma história do Pato Donald totalmente saída do seu punho foi a primeira das inúmeras obras que desenhou ao longo dos últimos 50 anos. Nos anos iniciais, o seu traço revela as influências de Scarpa e de Carl Barks, mas ao longo do tempo foi evoluindo de forma distintiva e considera-se hoje que o seu estilo marca o início da forma moderna de desenhar patos e ratos na BD Disney. Com a publicação, em 1985, de uma história do Tio Patinhas com argumento da sua autoria estreou-se também na escrita de histórias. Colabora regularmente com as editoras Disney de França e da Dinamarca e a projeção internacional do seu trabalho valeu-lhe legiões de fãs em todo o mundo e de todas as idades. A sua atividade passa também por outras editoras e personagens, italianas e não só, tendo até desenhado, há alguns anos, uma história do Homem-Aranha para a Marvel.
Giorgio Cavazzano criou, fora da BD Disney, várias personagens, tais como Walkie & Talkie, Oscar & Tango, Smalto & Johnny, Timothy Titan e o Capitão Rogers. Com Tiziano Sclavi, o criador de Dylan Dog, Cavazzano desenha a saga  Altai & Jonson.
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Tex 2022: O ano do Mefisto (com divulgação de 24 páginas inéditas)

Hoje no blogue do Tex vamos lançar um olhar à programação OFICIAL* das edições de Tex em 2022 para descobrir em antestreia, através de uma viagem de várias etapas, o que Tex oferecerá aos seus leitores nos próximos doze meses, pela “voz” de Mauro Boselli!

Por Mauro Boselli*

Chegou o momento de descobrir o que este ano, que acabou de se iniciar, trará para o Ranger mais amado da Nona Arte: o implacável, é apropriado dizer, Tex!

O arqui-inimigo do nosso herói está desaparecido há 20 anos da série regular, mesmo que tenha feito uma aparição fugaz na história do retorno de Yama e que tenha aparecido na terceira aventura da nova colecção dedicada às aventuras do jovem Tex Willer. Pois bem, em 2022, Mefisto estará presente durante sete meses, em duas super-histórias interligadas entre elas, ambas escritas por Mauro Boselli e desenhadas respectivamente  pelos irmãos Raul e Gianluca Cestaro e porFabio Civitelli.

Além do mais, terá a seu lado, pela primeira vez em absoluto, o filho Yama. A sinistra dupla poderá assim dar azo a um duplo poder de truques diabólicos e tenebrosas magias contra os quatro pards e os seus ocasionais aliados. Saberá o infernal Steve Dickart aproveitar a sua grande ocasião para se livrar de uma vez por todas do tenaz e implacável Ranger que o destino pôs no seu caminho? Iremos descobri-lo seguindo-o no assustador manicómio de Black Mountain e entre as brumas de São Francisco, no escaldante deserto de Altar, dentro da cratera de um antigo vulcão, entre as ilhas do Golfo da Califórnia…

Juntamente com Mefisto e Yama estará um grande número de super-delinquentes e sobretudo a Lily Dickart, mas Tex e seus pards poderão contar com Tom Devlin, com os “rapazes” do ginásio de Lefty Potrero, com El Morisco e, sobretudo, com um par de exóticos amantes das ciências ocultas que voltarão literalmente da morte e que os mais aficionados leitores terão prazer em rever novamente. E a safra Mefistiana não termina aqui, porque num especialíssimo Speciale Tex Willer a publicar no Verão, encontraremos Steve e Lily Dickart no início das suas carreiras criminosas!

Os amantes do puro western não se preocupem, porque as paisagens do Oeste não faltarão na saga de Mefisto e, na série regular, Tex fará um desvio até aos Comanches e uma visita a Vancouver.  Além disso teremos ainda os cartonados coloridos de Giampiero Casertano e de Carlos Gomez, entre bandidos e Cheyennes, o Texone de Giovanni Freghieri, os Maxi, os Tex Color

E, na série Tex Willer, o nosso heróilutará ao lado do guerrilheiro Juan Cortina contra uma sociedade secretado sul para vingar um amigo, viajará entre as florestas da Louisiana e conhecerá o dramático passado de Cochise!

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Gianluca e Raul Cestaro

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Fabio Civitelli

Página de Roberto De Angelis

Página de Roberto De Angelis

Página de Giampiero Casertano, cores de Matteo Vattani

Página de Giampiero Casertano, cores de Matteo Vattani

Página de Carlos Gomez

Página de Giovanni Freghieri

Página de Giovanni Freghieri

Página de Giancarlo Alessandrini

Página de Bruno Brindisi

Página de Bruno Brindisi

*Texto apresentado no sítio da Sergio Bonelli Editore em 12 de Janeiro de 2022.
Tradução e adaptação a cargo de José Carlos Francisco.
Copyright: © 2022, Sergio Bonelli Editore S.p.A.

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Vídeo: Tex Willer de punhal na mão, por Enrico Marini

Enrico Marini no seu estúdio

Enrico Marini nasceu a 13 de Agosto de 1969 na Suíça, apesar de ter a nacionalidade italiana, tendo estudado Belas-Artes no seu país natal. A sua paixão pela BD começou em criança. No final dos anos 80, foi notado por um jornalista, no Salão de BD de Sierre, que o apresentou aos responsáveis da editora Alpen, com quem começou a colaborar, ilustrando uma série juvenil. Depois estreia-se na ficção científica com Gipsy e, mais tarde, com A Estrela do Deserto recebe o Prix dés Libraires da A.L.B.D. (Associação dos Livreiros de B D) para o melhor trabalho do ano. Em Angoulême, foi distinguido com o prémio Player One para o Melhor Jovem Desenhador com a obra Dossiers de Olivier Varèse: Raid sur Kokonino-world.

Tex Willer, a lápis, de punhal na mão, por Enrico Marini

Inicialmente influenciado pelo grafismo japonês contemporâneo, Marini não se atém aos modelos do momento, procurando sempre novas fórmulas para os seus trabalhos. É um dos talentos mais promissores da sua geração e promete continuar a surpreender os leitores. Actualmente em Portugal a ASA publica As Águias de Roma e a Levoir publicou recentemente Batman. A Meriberica por sua vez publicou Rapaces.

Tex Willer de punhal na mão, por Enrico Marini

Recentemente Enrico Marini tem realizado algumas artes a aguarelas relacionadas com Tex Willer, personagem ícone em Itália, a pedido de alguns dos seus fãs e admiradores que também apreciam o Ranger Tex e é precisamente de uma recentíssima arte de Tex com um punhal na mão, realizada num evento no final de 2021 que contou com a presença de Marini, que vamos dar de seguida conhecimento num delicioso vídeo de 60 segundos quando Marini usava o lápis: 

Tex e Carson na pista de bandidos, na incomensurável Arte de Yannis Ginosatis

Yannis Ginosatis

Yannis Ginosatis, natural da Grécia, habita em Atenas e teve a grande particularidade de saltar do anonimato para o estrelato Texiano, tendo em conta que Tex foi a sua primeira experiência profissional no campo da banda desenhada, já que antes de ser convidado pela Sergio Bonelli Editore exercia a actividade de pintor e desse modo tornou-se o primeiro estreante absoluto no campo da banda desenhada a começar profissionalmente e directamente em Tex no decurso de toda a saga do mítico Ranger.

Mas o motivo do post de hoje dedicado ao Yannis Ginosatis é dar a conhecer uma ilustração iniciada há dois anos, mas que tinha sido suspensa devido aos inúmeros afazeres profissionais com as páginas de Tex e que agora foi retomada e finalizada num único dia: Tex e Carson na pista de bandidos!

Tex e Carson na pista de bandidos, na incomensurável Arte de Yannis Ginosatis

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